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Conhecendo a Polônia

Terra de meus antepassados - Parte I
26/02/2020 Luciana Terezinha Novinski
Luciana Terezinha Novinski
Luciana Terezinha Novinski

Nossa coluna que tem assuntos relativos a nossa história e personalidades será um pouco diferenciada, como sou descendente de Poloneses e realizei o sonho de conhecer a terra natal de meus antepassados a Polônia, farei a mesma falando desta experiência e do grupo que fez parte dela, pois participamos de um Intercâmbio em Terras Polonesas oferecido pela Associação Polonesa amigos do Gaúcho, Federação Polonesa do Brasil e Air Brasil Turismo Ltda. Estarei colocando fotos sobre as cidades e sobre o que se diferencia nosso país. Além de mim Luciana T. Novinski de Dom Feliciano,  Márcio Rosiak - Dom Feliciano - RS (Proprietário da  Air Brasil), participaram também: Graziela Szynkaruk de Canoas - RS,  Denise Halinscki Nunes de Porto Alegre - RS(Com familiares em Dom Feliciano),  Sirlei Maria Ostrowski de Erechim - RS, Carolina Ivone Puchalski de  Capão da Canoa – RS (Natural de Dom Feliciano), Márcia Klimiuc de São Paulo - SP, Maria Romilda Jesinska Selbach de Charqueadas – RS (Natural de Dom Feliciano), Cristiane Karasek Wasielewski de Gravataí – RS (Com familiares em Dom Feliciano), Sandra Kozerski Mingori de Erechim - RS, Mauri Carlos Mingori Júnior de Erechim - RS (Filho de Sandra), Isabel Karman Saldanha de Curitiba - PR, Walkiria Scedrzyk de Cuiabá - MT, Mateus Scedrzyk Soriano de Cuiabá – MT (Filho de Walkiria). Os quais tivemos uma ligação tão forte que nos tornamos uma grande família, que levaremos para sempre em nossos corações.  Na Polônia visitamos as cidades de Varsóvia, Cracóvia, Łódz, Czestochowa, Zakopane e Szczedrzyk, cada uma com suas peculiaridades que estarei relatando. Mas sobre o país em geral, é fantástico, não só por suas belezas, mas também por seu capricho, higiene, educação e preservação do meio ambiente. Estarei relatando a maneira de vida deles, e o que me chamou atenção por ser diferente do Brasil, e para aqueles que por ter medo de avião nunca poderão conhecer este país, estarei relatando, será mais de uma coluna, mas vale a pena acompanhar. Em muitas cidades que passa o asfalto existe o “Isolamento Acústico de Auto Estradas”, entre o asfalto e as casas existe um muro de vidro de contenção do som e com pássaros pretos desenhados, para que pássaros pequenos não batam nele e morram, pois tem medo destes grandes e assim as casas não ouvem o barulho dos carros, nem vice-versa. A fiação elétrica é quase toda subterrânea, gerando um aspecto de limpeza. Nos supermercados, comércios e locais de vendas de produtos não se tem sacolinhas plásticas como no Brasil, todos carregam sua sacola de pano, os estabelecimentos que tem sacolinhas porque a maioria dos turistas está despreparada, eles vendem as sacolas plásticas, mas são recicláveis e nelas está escrito a lei e que são recicláveis, e alguns nem essas tem. Sobre o lixo se alguém for flagrado por alguma câmera colocando um papel de bala que seja no chão é multado, e para ser recolhido em casa é uma taxa bem cara que cada morador paga e  é reciclado, seco do orgânico separado e recolhido assim. Para não me tornar cansativa em nossa próxima coluna estarei falando sobre as visitas as cidades e a emoção de poder conhecer meus familiares que vivem lá, por parte de meu avô materno Waclau Łapinski. Até nossa próxima edição, conto com você! 

   

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